Antes de a partida começar, a diretoria do Sport programou homenagens para as vítimas da tragédia aérea da última quarta-feira – em especial ao ex-governador Eduardo Campos e ao jornalista Carlos Percol, assessor de imprensa de Campos e rubro-negro fanático . A torcida, espontaneamente, também prestou reverências ao político, sepultado ontem no cemitério de Santo Amaro.
Houve, também, as tarjas pretas no braço de cada atleta e um minuto “de aplauso” para as vítimas da tragédia. Os leoninos entraram com uma faixa em que se lia uma das frases célebres de Eduardo Campos, acompanhada de sua foto: “Não vamos desistir do Brasil”. Enquanto o hino nacional tocava, fotos de Campos e de Percol apareciam no telão do estádio. Depois disso, a torcida gritou: “Ah, é Eduardo”.
Além disso, os jogadores entraram no campo com mensagens nas camisas. Além de seus próprios nomes, carregavam a hashtag #Eduardoeterno. O atacante Neto Baiano estampava,ainda , o nome de Percol, conhecido entre os amigos como goleador nas peladas. O DNA era poderoso: seu pai, Carlinhos Ramos Leal, executou a primeira “lambreta” de que se tem notícia. O drible, imortalizado pelo jogador de futsal Falcão, consiste em prender a bola nos pés e suspendê-la pelas costas, jogando por cima do adversário. Sim: o ponta-direita atuava pelo Sport na década de 50. O cazá-cazá foi entoado por um amigo de Percol e dedicado a ele.
Fonte: Folha PE


(81) 3626-4766 / 9 9475.2668
tvguaiamum@gmail.com
Sistema Goianense de Comunicação.
